Médico pediatra fala sobre cuidados com a criança
Em nossos atendimentos em domicílio, pudemos identificar esta questão, trazida aqui,neste vídeo, com tanta sabedoria e profissionalismo, sobre o abandono de crianças pelos pais. Muitas vezes, para fazer a anamnese, precisamos do auxílio da babá para saber quando o bebê disse a primeira palavra, quando teve seu primeiro dentinho. Assistam e comentem, para que outros bebês sejam tão bem cuidados como os seus!
http://www.youtube.com/watch?v=w1CvvDWkd_0
http://webfilhos.com.br Dr. José Martins Filho, em Crianças terceirizadas
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
RAPUNZEL - peça teatral do 1º ano da Escola Waldorf Aitiara
Peça representada pelo 1º ano do ensino
fundamental (crianças de 7 anos) na Escola Waldorf Aitiara, em Botucatu-SP,
classe da professora Doralice Moreira. Esta pequena peça foi sendo ensaiada
durante a parte rítmica da aula, realizada diariamente, para harmonizar a
classe antes de começar os trabalhos.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Mães não priorizam carinho e lazer na primeira infância
Mães não priorizam carinho
e lazer na primeira infância
14 de setembro de 2012 | 8h 46OCIMARA BALMANT, COM COLABORAÇÃO DE MARIANA LENHARO - Agência Estado
Para as mães de crianças
menores de 3 anos, cuidar da saúde do filho é muito mais importante do que dar
carinho, brincar ou conversar com ele. Esse é o resultado de uma pesquisa
realizada pelo Ibope que ouviu mais de 2 mil pessoas em 18 capitais
brasileiras.Quando perguntadas sobre o que
é importante para o desenvolvimento da criança de 0 a 3 anos, 51% delas
responderam que a principal contribuição é levar ao pediatra regularmente e dar
as vacinas. O porcentual de quem acredita na importância de brincar, passear e
conversar cai para 19% e fica menor ainda se forem considerados os que defendem
a necessidade da socialização com outras crianças: 8%. "Isso mostra como a
questão da saúde está bem resolvida - e é muito bom que esteja -, mas ainda
precisamos avançar muito em relação aos fatores emocionais e
comportamentais", diz Saul Cypel, neuropediatra e consultor da Fundação
Maria Cecília Souto Vidigal (FMCSV). "Os pais ainda desconhecem a
importância de estabelecer os vínculos afetivos e, consequentemente, os danos
que podem haver quando se ignora o potencial de aprendizagem da primeira
infância."
A fundação apresentou a
pesquisa em um simpósio internacional sobre a primeira infância que promoveu em
São Paulo. Os números mostram o desconhecimento dos pais: grande parte dos
entrevistados acha que sentar, falar e andar são sinais mais claros do
desenvolvimento infantil do que a criança ser capaz de interagir ou estranhar
pessoas distantes; mais de 50% dos entrevistados acreditam que o bebê só tem
capacidade de aprender a partir dos 6 meses. "Precisamos de uma
campanha que diga: ?nasceu, começou a aprender?. Sem isso, corremos o risco de
perpetuar um cuidado instintivo que se preocupa com a sobrevivência, mas se
esquece da dimensão ética, dos valores", diz Yves de La Taille, da
Faculdade de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP).Trabalho integrado. O caminho
para essa conscientização passa pela criação de políticas públicas que unam as
Secretarias de Saúde, Educação e Assistência Social, diz Eduardo Marino,
gerente de avaliação da fundação.Desde 2009, a fundação tem
trabalhado com seis municípios na implementação de ações simples, porém
eficazes. O trabalho abrange a criação de espaços lúdicos nos quais as crianças
possam brincar e interagir com seus pais e cuidadores, encontros de reflexão
interativa com a família e um pré-natal que inclua não só questões biológicas,
mas também outros aspectos relevantes do desenvolvimento infantil e - muito
importante a partir dos resultados desta pesquisa -, a ampliação do tempo da
consulta pediátrica. "Já que 79% das mães
recorrem ao pediatra nos momentos de dúvida, é importante que esses
profissionais assumam um papel que vá além do diagnóstico físico. Com uma
consulta estendida, ele pode orientar sobre a importância dos momentos de
lazer, do afeto", resume Cypel. Por enquanto, os pais têm sido norteados
por um censo comum que não difere escolaridade nem classe social: 55% das mães
e gestantes acreditam que deixar as crianças assistirem a desenhos ou a
programas infantis ajuda no desenvolvimento. "A gente propõe, nessa
etapa, atividades em que a criança se movimente, interaja, brinque, faça
atividades artísticas, ao ar livre. Isso tem um papel muito mais importante.
Ainda que a TV seja uma possibilidade cotidiana, o uso tem de ser muito
cauteloso no sentido do tempo gasto e do que é proposto", diz a diretora
da Escola Santi, Adriana Cury.
O paiA figura paterna deixa a desejar na criação dos filhos pequenos. Na parte qualitativa da pesquisa, realizada com mães e gestantes, o papel do pai é muito valorizado, tanto na gestação (94%) quanto na criação dos filhos (92%). Porém, na prática é muito diferente. Apenas 41% dessas mulheres afirmaram que os pais participam ou participaram ativamente da gestação e 51% das grávidas vão sozinhas às consultas. Somente 47% dos pais atuam efetivamente na criação dos filhos, nos cuidados, nas consultas ao pediatra e nas vacinas. Além disso, o tradicional papel de impor limites não é cumprido. Menos da metade (43%) assume essa responsabilidade.
"Se não é pelo instinto
que move as mulheres, ao menos pela importância da questão ética os pais
precisam participar", pondera Yves de La Taille, da Faculdade de
Psicologia da USP. Mesmo sem a ajuda do marido e tendo de trabalhar (55% das
entrevistas estão empregadas), a creche não é vista com bons olhos: 57% acham
que a casa é o melhor lugar para a criança se desenvolver. As informações são
do jornal O Estado de S.Paulo.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Vídeo interessante sobre disgrafia.
Como psicopedagoga, faço esse tipo de atendimento, utilizando-me da orientação médica e da Pedagogia Waldorf!
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
História da vida real: Problemas de preencher espaços e o desenho no quadro negro estilo Waldorf
Há algum tempo, atendi uma menina que tinha dificuldades na escola. Depois de todos os procedimentos iniciais ( veja neste blog a Anamnese), pedi a ela que fizesse um desenho. Ofereci a ela giz de cera, lápis de cor, carvão e vários tipos e tamanhos de papel. Ela escolheu um lapis de cor rosa e desenhou uma flor no cantinho superior da folha escolhida, tamanho A4.
Eu perguntei a ela se o desenho estava pronto e ela disse que sim. Ao se levantar do chão para brincar, desequilibrou-se e caiu. Levantou-se e pediu-me desculpas, timidamente.
Conversei, novamente, com a mãe e mostrei a ela que havia problemas com a espacialidade, com a relação dela com o mundo. Isso afetava tudo. A mãe permitiu que começasse meu trabalho, ao meu modo.Montei um método que foi sendo acrescido e melhor elaborado, no decorrer do tratamento.
Trabalhamos com espaços grandes, no chão da sala, entre almofadas e colchonetes. Depois, fazíamos desenhos utilizando cores e ocupando mais espaço. Do grande espaço, passamos para o médio espaço até chegarmos na folha do caderno de desenho. Posteriormente, entrei com exercicios de dicção e a auto-confiança dela aumentou. Paralelamente, ministrei novamente a ela, em particular, as aulas que tinha na escola, dramatizando a História do Brasil,seu maior problema. Fomos à Hípica visitar os cavalos, para que ela conhecesse um membro dessa espécie.
Foi um ano inteiro de trabalho árduo e de amplitude. Ela passou de ano na escola e foi transferida, pela família, a uma outra escola, com menos alunos e com professores mais atentos. Era outra garota: mais firme, mais segura de si, até maior em estatura.
Aqui vai um exemplo de professor Waldorf desenhando com os gizes coloridos, ocupando todo o espaço da lousa, que pode e deve ser reproduzido no papel. Na natureza não existem espaços em branco;no ser humano, também!
http://www.youtube.com/watch?v=c_1ifGIqu5g&feature=related
Conversei, novamente, com a mãe e mostrei a ela que havia problemas com a espacialidade, com a relação dela com o mundo. Isso afetava tudo. A mãe permitiu que começasse meu trabalho, ao meu modo.Montei um método que foi sendo acrescido e melhor elaborado, no decorrer do tratamento.
Trabalhamos com espaços grandes, no chão da sala, entre almofadas e colchonetes. Depois, fazíamos desenhos utilizando cores e ocupando mais espaço. Do grande espaço, passamos para o médio espaço até chegarmos na folha do caderno de desenho. Posteriormente, entrei com exercicios de dicção e a auto-confiança dela aumentou. Paralelamente, ministrei novamente a ela, em particular, as aulas que tinha na escola, dramatizando a História do Brasil,seu maior problema. Fomos à Hípica visitar os cavalos, para que ela conhecesse um membro dessa espécie.
Foi um ano inteiro de trabalho árduo e de amplitude. Ela passou de ano na escola e foi transferida, pela família, a uma outra escola, com menos alunos e com professores mais atentos. Era outra garota: mais firme, mais segura de si, até maior em estatura.
Aqui vai um exemplo de professor Waldorf desenhando com os gizes coloridos, ocupando todo o espaço da lousa, que pode e deve ser reproduzido no papel. Na natureza não existem espaços em branco;no ser humano, também!
http://www.youtube.com/watch?v=c_1ifGIqu5g&feature=related
domingo, 9 de setembro de 2012
Links "Waldorfianos"
Fazendo flor de crochet sem agulha de crochet
http://www.youtube.com/watch?v=Ukywxy19Gk8
Jardim de infância Waldorf -Juiz de Fora
http://www.youtube.com/watch?v=M6joxV5MoL0
Trabalho no quadro negro
http://www.youtube.com/watch?v=oBAi29Fy6yg&feature=related
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